Sejudh participa das discussões para reativação do Conselho da Mulher em Cametá e no Marajó

A Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), por meio da Coordenadoria de Integração de Políticas para Mulheres e do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher, realizou uma extensa agenda de atividades, nesta quinta-feira (26) e sexta-feira (27), em Cametá, região do Baixo Tocantins; e em Soure, Salvaterra e Cachoeira do Arari, na ilha do Marajó, pela implementação do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher.
Em Cametá, a agenda foi construída entre a Sejudh e a Secretaria de Assistência Social, Diretoria da Mulher, o Prefeito, Victor Cassiano, a Secretária de Assistência Social, Elaine Cassiano, a Secretaria Adjunta, Sarah Shasy, e a Diretora da Mulher, Ana Mockbel, além de visita em serviços da rede de atendimento à mulher em situação de violência como a Sala Lilás e o Centro de Referência Especializado da Assistência Social (Creas).
Durante a visita de representantes da Sejudh, também foram visitadas a rede de atendimento à mulher e uma reunião ampliada com o Conselho Municipal da Mulher que está em processo de recomposição. “A parceria entre o Estado, por meio da Sejudh, e a Prefeitura é muito importante para que se tenha avanço cada vez maior na implantação e implementação de politicas públicas para as mulheres”, afirmou Márcia Jorge.
Nas cidades de Soure, Salvaterra e Cachoeira do Arari, no arquipélago do Marajó, também houve encontro com gestores municipais dos três municípios a fim de fortalecer e beneficiar as mulheres na garantia de direitos e a ampliação da capacidade municipal de efetuar ações relacionadas ao enfrentamento da violência contra as mulheres.
A Sejudh, por meio da Coordenadoria de Integração de Políticas para as Mulheres, acompanha as políticas públicas estaduais em favor das mulheres, suas diversidades, considerando os indicadores das desigualdades persistentes entre homens e mulheres como a menor inserção mercado de trabalho, salários mais baixos e, principalmente, os altos índices de violência doméstica e familiar. “Além do feminicídio, situações agravadas na pandemia da Covid-19, fato que exige compromisso maior na elaboração e investimento financeiro para potencializar o empoderamento feminino”, finalizou a coordenadora da CIPM, da Sejudh, Márcia Jorge.
Por Gerlando Klinger (SEJUDH)